Dr. Douglas Prina

ORTOPEDIA PEDIÁTRICA | RECONSTRUÇÃO ÓSSEA

CRM-SP 202361 | RQE 111938

O peito do seu filho mudou de forma? Há mais a fazer do que esperar.

Avaliação e tratamento do pectus excavatum (peito afundado) e carinatum (peito de pombo). Na fase certa, a maioria dos casos responde a tratamento sem cirurgia.

Excavatum & Carinatum Opções não cirúrgicas Avaliação na fase certa

VOCÊ SE RECONHECE AQUI?

Se você está vivendo alguma destas situações, eu posso ajudar

Você notou o peito do seu filho afundado ou saliente ("peito de pombo").

A forma do tórax se acentuou na pré-adolescência ou no estirão.

Disseram que "volta sozinho" e você ficou na dúvida.

Seu filho passou a ter vergonha — evita piscina, tirar a camiseta, fotos.

Você quer saber se dá para tratar sem cirurgia.

Busca uma segunda opinião antes de decidir por uma cirurgia.

JANELA DE OURO

10-15

anos: fase em que o tórax ainda responde bem à moldagem.

O QUE ESTÁ EM JOGO

O que acontece se não for tratado?

A deformidade pode se acentuar ao longo do estirão de crescimento.

Em casos profundos de excavatum, pode haver repercussão respiratória ou cardíaca.

O impacto na autoestima cresce justamente na adolescência.

A janela do tratamento não cirúrgico se fecha quando o esqueleto amadurece.

COMO TRATAMOS

Como fazemos para tratar?

01

Avaliação e classificação

Definição do tipo (excavatum ou carinatum), da gravidade e da fase de crescimento, com medidas e registro fotográfico padronizado para acompanhar a evolução.

02

Campânula a vácuo (excavatum)

Método não cirúrgico que, aplicado de forma orientada e contínua, ajuda a elevar gradualmente o esterno afundado durante a fase de crescimento.

03

Órtese de compressão (carinatum e excavatum) + fisioterapia

Órtese dinâmica que remodela o peito projetado, somada a exercícios posturais e respiratórios que potencializam o resultado.

04

Planejamento cirúrgico nos casos selecionados

Quando há indicação, o planejamento cirúrgico é conduzido com critério e equipe especializada, com objetivos bem alinhados com a família.

Exemplos do uso de coletes Haje

Pectus Excavatum

Colete dinâmico personalizado, associado a vácuo

Pectus Carinatum

Colete dinâmico personalizado

QUEM VAI CUIDAR DO SEU FILHO

Dr. Douglas Prina

Graduado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), com residência em Ortopedia e Traumatologia e especialização em Ortopedia Pediátrica, Reconstrução e Alongamento Ósseo. Mestre em Ciências da Saúde com concentração em Ortopedia Pediátrica pelo IAMSPE/HSPE-SP. Atendimento humanizado, com tratamentos baseados em evidências científicas.

Graduação Medicina, Universidade Estadual de Londrina (UEL)
Residência Ortopedia e Traumatologia
Especialização Ortopedia Pediátrica, Reconstrução e Alongamento Ósseo
Mestrado Ciências da Saúde — Ortopedia Pediátrica · IAMSPE/HSPE-SP
Atuação acadêmica Assistente do Hospital Universitário da USP (HU-USP)
Abordagem Atendimento humanizado, baseado em evidências

DÚVIDAS FREQUENTES

Perguntas que toda família faz

Pectus tem tratamento sem cirurgia?+
Sim. Especialmente quando avaliado durante a fase de crescimento, boa parte dos casos responde a métodos não cirúrgicos, como a órtese de compressão (carinatum e excavatum) com ou sem a campânula a vácuo no caso do excavatum. A resposta é melhor quanto mais cedo se começa.
A órtese ou a campânula a vácuo doem?+
Não, quando bem indicadas e ajustadas. Há um período de adaptação nos primeiros dias, mas o uso orientado é confortável. O acompanhamento regular garante o ajuste correto e a evolução esperada.
É verdade que "volta sozinho" ou com academia"?+
Geralmente não. O pectus tende a se manter ou a se acentuar no estirão de crescimento. Por isso vale avaliar assim que a mudança no formato do peito é percebida, sem deixar passar a melhor janela de tratamento.
O pectus atrapalha esporte ou respiração?+
Depende da gravidade. Muitos casos têm impacto principalmente estético, mas formas mais profundas de excavatum podem repercutir na respiração ou no coração. A avaliação define se há necessidade de exames complementares.
Qual a idade ideal para tratar?+
A fase de crescimento, em especial a puberdade, é a melhor janela para o tratamento não cirúrgico, porque a parede do tórax ainda é maleável. Avaliar cedo amplia as opções. Mas o adulto também pode tratar.

CONTATO

Minha equipe está pronta para ajudar

Tire suas dúvidas e agende a avaliação do seu filho pelo WhatsApp. Respondemos com atenção a cada família.

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Clinica Meziara

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