
Nem toda perninha “torta” precisa de cirurgia — e nem toda deformidade some sozinha. Saber diferenciar é o primeiro passo.
As pernas do seu filho são arqueadas (varo) ou os joelhos "vão pra dentro" (valgo) e não melhoram.
Você percebeu que um membro é mais curto que o outro (dismetria).
Surgiu uma deformidade depois de fratura, infecção ou cirurgia anterior.
Disseram que "vai corrigir sozinho" e você quer ter certeza.
Você quer corrigir com o mínimo de cirurgia possível.
Busca segunda opinião para uma deformidade mais complexa.
São alterações no alinhamento (pernas arqueadas, joelhos para dentro, rotações) ou no comprimento dos ossos dos braços e das pernas. Podem estar presentes desde o nascimento ou surgir ao longo do crescimento.
Algumas são variações normais de cada fase da infância e melhoram espontaneamente. Outras são patológicas, progridem e precisam de tratamento no momento certo.


As deformidades dos membros têm origens variadas, e identificar a causa orienta todo o tratamento:
A avaliação especializada define a causa, o grau e — principalmente — se e quando vale intervir.
A deformidade pode progredir conforme a criança cresce.
Podem surgir dor, claudicação e diferença de comprimento que afeta a marcha.
O desalinhamento sobrecarrega e desgasta as articulações (joelho, quadril, tornozelo).
Correções tardias tendem a ser mais complexas do que as feitas no tempo certo.
Muitas deformidades têm correção simples enquanto a cartilagem de crescimento ainda está aberta. Perder essa janela costuma significar um tratamento maior depois.
Com a cartilagem de crescimento aberta, dá para corrigir sem cortar o osso.

Enquanto a criança cresce, é possível usar o próprio crescimento a favor da correção: pequenas placas orientam o osso a se alinhar gradualmente, com uma intervenção mínima.
Fora dessa janela, a correção ainda é possível, mas costuma exigir técnicas maiores. Por isso a avaliação precoce abre as melhores opções.
Cada deformidade tem um momento e uma técnica ideais. O plano é individualizado pela causa, pelo grau e pela fase de crescimento — sempre começando pelo menos invasivo.
Análise do alinhamento, das rotações e do comprimento, com radiografias e medidas (escanometria), para diferenciar o normal do que precisa tratar.
Quando se trata de variação normal do crescimento, a conduta certa é acompanhar com critério — evitando tratamento desnecessário.
Pequenas placas que orientam o crescimento e corrigem o alinhamento de forma gradual, com mínima intervenção, enquanto a cartilagem está aberta.
Realinhamento controlado do osso em deformidades já estabelecidas, com planejamento detalhado a partir dos exames de imagem.
Técnicas modernas (Ilizarov / hexapodal) para correções complexas e para tratar diferenças de comprimento dos membros.
Correção de deformidades após fratura, infecção ou tratamentos anteriores — restaurando alinhamento e função. Minha área de foco./p>

Ortopedista pediátrico com foco em reconstrução óssea e correção de deformidades dos membros. Da deformidade simples à mais complexa, conduzo cada caso com planejamento, técnica atualizada e proximidade com a família.
Meu compromisso é claro: corrigir quando há indicação, acompanhar quando é o melhor caminho, e sempre explicar o porquê de cada decisão.
Tire suas dúvidas e agende a avaliação do seu filho pelo WhatsApp. Respondemos com atenção a cada família.
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Dr. Douglas Prina — Ortopedia Pediátrica e Reconstrução Óssea · [CRM 202361] · [RQE 111938]
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